sábado, 20 de abril de 2013

Revoltação


(Os leitores demasiado «sérios» devem abster-se…)

   Hoje o Pseudo-Presságio esteve a funcionar com a ajuda de uma dose extra de vitaminas, chegadas por teletransporte desse fantástico Planeta povoado pelos poderosos berros do Screamo.

   (E neste momento acabei de avistar um urso na minha varanda a trautear o hino nacional... que acabou de me cortar completamente o raciocínio… ou seria um triângulo cromático com pêlo?)
  Bem, mas "pegando" no urso, são em momentos como este que questões profundas me invadem a alma… questões como: “ E se parássemos de respirar morríamos?”
   Ok, o grau de divagação neste post começa roçar o limite da demência. Mas, a divagação é gira, é uma actividade extremamente bela deixar soltar por breves momentos a nossa mente, levá-la a passear ou deixar-nos ser passeados por sítios que não sabemos, mas talvez um dia saibamos… Transportar-nos para uma viagem alucinante, cheia de condensação, objecção, criação e ficção onde tudo o que parece não é.
 
  Isto até está a ser giro, mas está a ficar na minha hora, vou deixar-vos agora um momento a sós com a minha consciência, porque combinei ir brincar aos puzzles para o IKEA e está a ficar tarde. Até ao próximo post. (cuidado que ela é um bocado reativa e aleatória) 
"Ola tudo bem?, eu não sei o que ele estava para aqui pensar ao certo, até porque não nos entendemos muito bem... mas com tanto “-ão” lembrei-me daquilo a que vocês chamam Frustração, segundo sei, esse é um método utilizado para questionar o porquê de não conseguir atingir o que os outros atingem e afirmar frequentemente que a fraude e roubo são os ingredientes secretos da receita para o sucesso alheio…
  Mas depois temos os indivíduos que criticam, por exemplo o Nazismo, consideram-se infinitamente superiores às aberrações do Nazismo, e detestam sinceramente todas as suas manifestações, no entanto concorrem em simultâneo para ideias cuja, a realização levaria directamente à detestada tirania.
  É tudo isto que me aborrece e a falta da canonização de Luís Vaz de Camões, pobre vítima de uma façanha oftalmológica, sofria daquela doença da poesia profana e ainda era um condenado à temática amorosa. É só um símbolo de identidade da nossa pátria e é uma referência para toda a comunidade lusófona internacional…
  Mas sabe o que lhe digo? O problema vai sempre dar às estrelas… A culpa disto tudo é delas, desde o ouro que existe na terra, o ferro que ergue a Torre Eiffel, ao ferro que circula no vosso sangue ou até a mais ínfima molécula que dá forma ao que vocês são. Foi formado no interior de alguma estrela há já algum tempinho. 
  Eu não sei se o leitor nutre da mesma opinião, mas proponho uma manifestação com consequente greve geral para um dia a combinar (porque às vezes tenho ginásio e não me dá muito jeito) contra essa massa infame de astros denominados “Estrelas”, porque isto assim não pode continuar. Se fossem espertas metiam os olhos na Lua que não chateia ninguém e vai fazendo à mesma a sua vida." 

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